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Exposição Para Ser de Thiago Goms

Exposição Para Ser de Thiago Goms

Exposição Para Ser de Thiago Goms

PRA SER

PRA SER o que somos, do nascimento à morte, temos diversas emoções e sensações únicas.
Cada indivíduo tem a sua história, mas todos passam por coisas que são semelhantes e universais.

Na exposição “PRA SER”, o artista coloca algumas de suas obras num tema onde ele traz o espectador a momento único e marcante. Como ver o mar pela primeira vez.

Sobre o artista:

Thiago Goms iniciou seu desenvolvimento no meio das artes desde os 6 anos de idade, por influência de sua irmã, que estudava moda.
Aos 9 anos teve seus primeiros contatos com o graffiti nas ruas de São Paulo, pelo trajeto zona sul à zona norte quando visitava uma tia que morava no bairro do Tucuruvi.
Aos 15 anos de idade fez seus primeiros trabalhos de graffiti nas ruas de São Paulo.

Através dos anos foi estudando e desenvolvendo técnicas. experimentando pinturas sobre tela e outros suportes.
Além de pintar nas ruas, em 2007, teve seus primeiros contatos com arte digital, iniciando um curso no mesmo ano que durou ate 2008.

Hoje, ilustrador, grafiteiro e designer gráfico, participa de exposições e eventos culturais em São Paulo.

Em seus trabalhos tenta passar em formas e personagens, momentos vividos, observações e experiências adquiridas no decorrer de seus estudos artísticos, criando e fazendo com que seus trabalhos se juntem a tudo que observa e estuda.

Abertura no próximo sábado dia 21/01 as 12:00hs na Vértices Casa.

Rua Fidalga,66 Vila Madalena São Paulo SP

11 3062 8499  – verticescasa.com.br

Mais trabalhos

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Julio Vieira e sua arte sem descrição

Julio Vieira é artista do coletivo Vértices Casa

Julio Vieira é artista do coletivo Vértices Casa

Pintor, ilustrador e artista multimídia, Júlio Vieira emprega em suas composições valores e relações de tudo que o cerca. O ser urbano, suas crenças e sua música são elementos que aparecem em suas obras de forma intuitiva.

mais sobre o artista:

https://www.facebook.com/juliovieiraSite oficial do artista

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Guilherme Kramer

Guilherme Kramer no coletivo Vértices Casa

Guilherme Kramer no coletivo Vértices Casa

Conheça mais obras do artista em http://www.flickr.com/photos/guilhermekramer/

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A Vértices Casa faz seu último evento de 2011 com uma multi ocupação artística.

A Vértices Casa faz seu último evento de 2011 com uma multi ocupação artística.

A Vértices Casa faz seu último evento de 2011 com uma multi ocupação artística.

Live painting no caminhão da loja com os artistas Goms, 6emeia, Nave Mãe e Primat.
Chiquinho (Mombojó) e Duda Viera colocando um som.
Show Selvagem, de Guizado.
Exposição Fontes Urbanas, de Daniel Bernardinelli
Além de:
15% de desconto em toda a loja e 50% de desconto na linha de procelana.

PROMOÇÃO!
Nas compras acima de R$ 1.000,00, concorra a:
01 caixa pintada por Thiago Goms com toda a discografia autografada da banda Eddie ou
01 caixa pintada por Marcio Moreno com uma seleção de 7 CDs de artistas do coletivo.

A partir das 14h, na Rua Fidalga, 66.

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PROMOÇÃO – Dê Arte de Presente

Vértices Casa Promoção de final de ano

Vértices Casa Promoção de final de ano

Nas compras acima de R$1000,00 você concorre a uma caixa de cds ilustrada pelos artistas do nosso coletivo.

Eddie Original:

5 cds com a obra completa da banda autografada por Fabio Trummer. A caixa será ilustrada por Thiago Goms

ou

Seleção Vértices Casa

com 8 cds de vários artistas do nosso coletivo com a caixa ilustrada por Márcio Moreno.

caixa contêm os cds: karinabuhr  juniobarreto   mombojó  eddie original  ortinho  lira  lurdez da luz  zé cafofinho

A promoção

data de validade de  início 07/12  -  final e sorteio 17/12

Faça sua compra de festas acima de R$1.000,00, preencha o cupom e concorra.

A promoção é válida para todas as formas de pagamento.

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Daniel Bernardinelli com Expo aqui na Vértices Casa

Fontes Urbanas de Daniel Bernardinelli - Live Painting projeto seis e meia

Fontes Urbanas de Daniel Bernardinelli - Live Painting projeto seis e meia

“Fontes Urbanas”de Daniel Bernardinelli na Vértices Casa.

A arte urbana é uma das muitas linguagens manifestadas por uma população analfabeta de direitos.
A possibilidade de contribuir com uma quebra de valores acabou se tornando expressão artística.

A impressão dessa quebra de valores com caráter crítico nos âmbitos social, político e estético, ao longo dos anos construiu uma história paralela das cidades com a ajuda de agentes preservadores dessa história.

Essa história contada muitas vezes em espaço público (mas nem sempre) repercutiu anos após ser considerada uma contravenção, e essas diversas fontes de informação e tipografias espalhadas pelas cidades viraram objeto de estudo gráfico e cultural pelo mundo.

Fontes Urbanas é o resultado de um projeto fotográfico que cumpre o papel de historiador-comunicador dentro da cidade de São Paulo. Preservou a unicidade da linguagem intencional entre emissor e receptor, transformando o papel efêmero do espaço vulnerável em história.

(por Bárbara Gondar)

A Vértices aguarda sua visita.

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Exposição de RICARDO LUIS SILVA e AMANDA A. ESTELLES

Expo Ricardo L. Silva e Amanda A. Estelles de 5 a 12 de novembro

Expo Ricardo L. Silva e Amanda A. Estelles de 5 a 12 de novembro

Perambular pela cidade, andar por terras onde nada há de extraordinário, onde nada parece se destacar por qualidades ou singularidades. O lugar do homem sem face, sem nome ou sobrenome, o lugar do qualquer homem. Atravessar sem olhar para!

É nesse contexto que os registros, resgates, coletas e olhares despreocupados tornam-se uma outra possibilidade de significação. Trazer de volta o significado, ressignificar, dessignificar, criar novas leituras das coisas e dos momentos ordinários da metrópole… E a metrópole não é apenas essa em que estamos, ela  é muito mais que esse espaço físico demarcado nos que estamos acostumados a remetermo-nos no momento do deslocamento. Metrópole é onde paramos, curtimos, sentimos, apreciamos… até nos momentos mais insignificantes e ordinários.

Registrar esses momentos se transforma em uma estratégia de congelamento, memorização das coisas. Mas como toda memória, os registros se misturam, se metamorfoseiam, se camaleonizam uns nos outros. Tão livre e confuso, que no instante da mirada mais preocupada, aqueles registros já não são os mesmos. São novos, ressignificados!

Nessa série de trabalhos, serão apresentadas as obras de Ricardo Luis Silva, e como convidada Amanda Estelles, que apresenta dois trabalhos: “Objetos que encontrei e gostaria que você encontrasse” e “Afinidades no campo intelectual não satisfazem o desejo diretamente”, pequenas séries de objetos criados após uma incessante coleta e garimpagem de quinquilharias, objetos desnecessários encontrados durante as perambulações da artista pelos territórios de Marcovaldo. Registros e ressignificações do outro! Típico de Ulisses…

Expo vai do dia 5 a 12 de novembro aqui na Vértices Casa.

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Exposição OBJETOS QUE ME RODEIAM – Márcio Moreno

OBJETOS QUE ME RODEIAM - Márcio Moreno

OBJETOS QUE ME RODEIAM - Márcio Moreno

Abertura 08/10 às 12hs

Visitação 08 a 15/10 – Sábado das 12hs às 19hs de segunda a sexta das 10hs as 19hs.

OBJETOS QUE ME RODEIAM
por Marcio Moreno

O artista visual Marcio Moreno, mostra na exposição, Objetos que me rodeiam, uma série de desenhos realizados como estudo diário para a sua pesquisa gráfica.

No decorrer de sua vida o artista tem como costume guardar alguns objetos que o instiga a desenhar, como: caixas de fósforo, pregadores de roupa, isqueiro, etc. Esses objetos são repetidos diversas vezes com construções gráficas diferentes. Experimentando materiais e papeis variados o artista tenta esgotar a possibilidade de desenhar cada objeto construindo uma grande biblioteca com seus diferentes registros gráficos.

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Artes em papel jornal da série Foda-me com Amor

Mozart Fernandes e a série Foda-me com Amor

Mozart Fernandes e a série Foda-me com Amor

Mozart Fernandes faz uma seleção de ensaios da série Foda-me com Amor em papel jornal e coloca a venda na Vértices Casa com preços especiais.

Release do artista por Olívia Mindelo

Mulheres não têm hora pra nascer. Cruas de madrugada. Sujas no entardecer. Frescas sob o sol a pino. Na pintura, surgem como cicatrizes. Fortes, delicadas. O pincel que rasga o quadro, a tinta que salta do corpo. As curvas insistentes, os movimentos apressados. Curtos, vorazes. Lentos, sutis. Assim é o trabalho de Mozart Fernandes, artista que encontra no universo pictórico uma forma de processar diferentes emoções, explorando técnicas tão antigas quanto novas para dar vida a uma assinatura contemporânea, de contornos próprios.

Se na arte a relação com a figura feminina sempre foi uma constante, nas mãos desse artista paulistano-curitibano ela é intensa, reinventando-se a cada obra. Na contramão da arte bem-comportada e da invenção padrão, Mozart é uma prova de que a pintura está viva. Tão viva quanto suas mulheres, que surgem quase sempre como “outras” faces dele mesmo. Pretas dramáticas, vermelhas sarcásticas, verdes contundentes, azuis misteriosas. Sensíveis, antes de tudo.

Na melancolia ou na ironia, Mozart fuça a beleza como expressão de muitas formas possíveis, sem preconceitos. Sob diversas facetas, a mulher é a personagem-chave de suas criações – mas não a única. O sexo feminino é aqui quase uma obsessão que não sai de cena. Uma fonte incansável de criação, pulsante a toda hora, todo dia (e noite). Mas, diferente dos pintores de outrora, não é tratado como um ideal distante, perfeito.

No trabalho de Mozart, a sensualidade se junta à sensibilidade para dar à luz musas mundanas, urbanas, vividas. Algumas revelam um certo parentesco com a estética dos quadrinhos. Robert Crumb, Frank Miller. Outras parecem ter saltado das páginas de um conto de Charles Bukowski. E há ainda as que simplesmente estão em algum lugar da cidade, prestes a povoar a imaginação do artista, que de tão rodeado de mulheres em sua vida mal consegue segurar o pincel; o dedo; a lata de spray. Elas quase pedem pra sair, nascer, serem vistas.

De tão reais, parecem inventadas. De tão inventadas, parecem reais. Seja como for, difícil não olhar para elas.

. vida
Com formação em design, Mozart desenha e pinta desde os 12 anos de idade. Nasceu em São Paulo em 1971, mas viveu a infância e a adolescência no Sul do País.
É casado com a cenógrafa Mônica Rodrigues Fernandes, com quem toca a Vértices Casa, Cenografia e Design.

por Olívia Mindelo

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Mônica Rodrigues Fernandes fez a direção de arte para 20 filmes para produtos da Sony.

Filme Sony com direção de arte de Mônica R. Fernandes

Filme Sony com direção de arte de Mônica R. Fernandes

Filme Sony com direção de arte de Mônica R. Fernandes

Filme Sony com direção de arte de Mônica R. Fernandes

Filme Sony com direção de arte de Mônica R. Fernandes

Filme Sony com direção de arte de Mônica R. Fernandes

Mônica Rodrigues Fernandes, nossa cenógrafa, foi convidada pela diretora de cinema Juliana Borges para fazer a direção de arte de filmes com produtos Sony.

Foram mais de 20 filmes para público ABC,  mais de 15 cenários com a direção de arte de Mônica Rodrigues Fernandes

Cinema se faz em equipe:

Direção Geral Juliana Borges

Direção de fotografia Marcelo Kron

Direção de fotografia Ernani Oliveira

Coordenação de Produção Cristiana Graça

Diretor de Produção Daniel Oliver Simpson

Assistente de Produção Michelle Pereira

Assistente de Set  Ricardo Santana

Equipe da White Balance (Wagnão e Bezerra) responsáveis pela construção de todos os cenários , e pela montagem da luz também,

Direção de Arte: Mônica Rodrigues Fernandes

Produção de objetos: Soninha e Renata

Produção de figurino: Melissa Cavalari

Produção de casting: Mirta e Cris

Vértices Casa Levando arte para seu convívio

Fotos: Daniel Oliver Simpson

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